terça-feira, 19 de abril de 2011

Dia do Índio


O Dia do Índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano realizado no México. Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril.(Wikipéwdia).


A Carta do Chief Seattle, divulgada no mundo inteiro, reproduz bem a preocupação com a Terra Sagrada, a Mãe Terra, nosso Planeta.

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz já mais de cento e cinquenta anos. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:

Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A idéia não tem sentido para nós.

Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, qualquer praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zumbidor inseto, tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.

Os mortos do homem branco esquecem a terra de seu nascimento, quando vão pervagar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs, os gamos, os cavalos a majestosa águia, todos nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, a energia vital do pônei e do homem, tudo pertence a uma só família.

Assim, quando o grande chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossas terras, ele está pedindo muito de nós. O grande Chefe manda dizer que nos reservará um sítio onde possamos viver confortavelmente por nós mesmos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Se é assim, vamos considerar a sua proposta sobre a compra de nossa terra. Mas tal compra não será fácil, já que esta terra é sagrada para nós. 

A límpida água que percorre os regatos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos ancestrais. Se vos vendermos a terra, tereis de lembrar a nossos filhos que ela é sagrada, e que qualquer reflexo espectral sobre a superfície dos lagos evoca eventos e fases da vida do meu povo. O marulhar das águas é a voz dos nossos ancestrais. 

Os rios são nossos irmãos, eles nos saciam a sede. Levam as nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se vendermos nossa terra a vós, deveis vos lembrar e ensinar a nossas crianças que os rios são nossos irmãos, vossos irmãos também, e deveis a partir de então dispensar aos rios a mesma espécie de afeição que dispensais a um irmão.

Nós mesmos sabemos que o homem branco não entende nosso modo de ser. Para ele um pedaço de terra não se distingue de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois que a submete a si, que a conquista, ele vai embora, à procura de outro lugar. Deixa atrás de si a sepultura de seus pais e não se importa. A cova de seus pais é a herança de seus filhos, ele os esquece.

Trata a sua mãe, a terra, e seus irmãos, o céu como coisas a serrem comprados ou roubados, como se fossem peles de carneiro ou brilhantes contas sem valor. Seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos. Isso eu não compreendo. Nosso modo de ser é completamente diferente do vosso. A visão de vossas cidades faz doer aos olhos do homem vermelho.

Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e como tal, nada possa compreender.

Nas cidades do homem branco não há um só lugar onde haja silêncio, paz. Um só lugar onde ouvir o farfalhar das folhas na primavera, o zunir das asas de um inseto. Talvez seja porque sou um selvagem e não possa compreender. 

O barulho serve apenas para insultar os ouvidos. E que vida é essa onde o homem não pode ouvir o pio solitário da coruja ou o coaxar das rãs à margem dos charcos à noite? O índio prefere o suave sussurrar do vento esfrolando a superfície das águas do lago, ou a fragrância da brisa, purificada pela chuva do meio-dia ou aromatizada pelo perfume dos pinhos.

O ar é precioso para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vos vendermos nossa terra, deveis vos lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O ar que vossos avós inspiraram ao primeiro vagido foi o mesmo que lhes recebeu o último suspiro. 

Se vendermos nossa terra a vós, deveis conservá-la à parte, como sagrada, como um lugar onde mesmo um homem branco possa ir sorver a brisa aromatizada pelas flores dos bosques.

Assim consideraremos vossa proposta de comprar nossa terra. Se nos decidirmos a aceitá-la, farei uma condição: O homem branco terá que tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. 

Sou um selvagem e não compreendo de outro modo. Tenho visto milhares de búfalos a apodrecerem nas pradarias, deixados pelo homem branco que neles atira de um trem em movimento.

Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o búfalo, que nós caçamos apenas para nos mantermos vivos.

Que será dos homens sem os animais? Se todos os animais desaparecem, o homem morreria de solidão espiritual. Porque tudo isso pode cada vez mais afetar os homens. Tudo está encaminhado.

Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza a as cinzas de nossos ancestrais. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai a eles o que ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo.

De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; O homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra. O homem não tece a teia da vida: É antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio. 

Mesmo o homem branco, a quem Deus acompanha e com quem conversa como um amigo, não pode fugir a esse destino comum. Talvez, apesar de tudo, sejamos todos irmãos.

Nós o veremos. De uma coisa sabemos, é que talvez o homem branco venha a descobrir um dia: Nosso Deus é o mesmo deus. Podeis pensar hoje que somente vós o possuis, como desejais possuir a terra, mas não podeis. Ele é o Deus do homem e sua compaixão é igual tanto para o homem branco, quanto para o homem vermelho. 

Esta terra é querida dele, e ofender a terra é insultar o seu criador. Os brancos também passarão talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai a vossa cama, e vos sufocareis numa noite no meio de vossos próprios excrementos. 

Mas no nosso parecer, brilhareis alto, iluminado pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum favor especial vos outorgou domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último búfalo for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes. 

Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. O fim do viver e o início do sobreviver.


Chief Seattle




quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mensagem da Monja Coen sobre o Japão de agora


Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.

Kokoro ou Shin significa

coração-mente-essência.

Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?

Outra palavra é gaman:  aguentar, suportar.

Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las.
Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras.

A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.

 A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.

Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.

Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área. As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.

Não furaram as filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos – mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água.

Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.

Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam.

Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro:

coração de gratidão.

Sumimasen é outra palavra chave.

Desculpe, sinto muito, com licença.

Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver. Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. Sumimasem.

Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.

O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.

Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.

Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que "somos um só povo e um só país".

Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.

Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos:

a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.

Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra.

O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos.

O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.

Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.

Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.

Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.

Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram.

E só posso dizer : todas.

Todas eram e são pessoas de meu conhecimento. Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência. Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.

Mãos em prece (gassho)



Monja Coen




terça-feira, 5 de abril de 2011

Esposa Surda



- Qual o problema de sua esposa?

- Surdez. Não ouve quase nada.

- Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, faz um teste para facilitar o diagnóstico do médico. Sem ela olhar, o senhor, a certa distância, fala em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouvi-lo. E quando vier, diz ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Certo?

- Está certo.

À noite, quando a mulher preparava o jantar, o homem decidiu fazer o teste.
Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou:
“Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora”

- Maria, o que temos para o jantar?

Silêncio.

Aproximou-se a 10 metros.

- Maria, o que temos para o jantar?

Silêncio.

Fica a uma distância de 5 metros.

- Maria, o que temos para o jantar?

Silêncio.

Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:

- Maria, o que temos para o jantar:

- Frango, caramba... é a quarta vez que eu respondo!

Normalmente, na vida, pensamos que as deficiências são dos outros e não nossas.







domingo, 3 de abril de 2011

Cada um dá o que possui


Uma pessoa grosseira resolveu dar um presente a outra pessoa por seu aniversário, mas na verdade, queria ser irônico.
Preparou uma bandeja cheia de lixo e restos.
Na presença de todos, porque sentia prazer em humilhar publicamente, mandou entregar o presente, que foi recebido com alegria pelo aniversariante.
Gentilmente, o aniversariante agradeceu e pediu que o esperasse um instante, já que ele gostaria de poder retribuir a gentileza.
Tirou o lixo, lavou a bandeja, a cobriu de flores, e a devolveu com um papel, onde dizia:

 “Cada um dá o que possui”

Por isso, não te entristeças com a atitude de algumas pessoas; não percas tua serenidade.
A raiva faz mal à saúde, o rancor danifica o fígado e a cólera envenena o coração.
Domina tuas reações emotivas.
Seja dono de ti mesmo.
Não coloques lenha no fogo de teus aborrecimentos.
No percas a calma e não cedas à tua impulsividade.
Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra.

Autor Desconhecido







sábado, 2 de abril de 2011

Meditação para a Paz para os Oceanos, com as Baleias e os Golfinhos

Por Celia Fenn

Para começar a meditação, encontre um lugar tranqüilo para se sentar ou deitar. Respire profundamente, permitindo que a sua respiração liberte todas as velhas energias e crie um fluxo de energia vibrante, entrando em seu corpo. Relaxe a cada respiração. Permita que o relaxamento se mova através do seu corpo, e a cada respiração, permita que o relaxamento flua profundamente em seu ser e em suas células, como uma bela Luz Dourada. Você se sente completamente Tranqüilo e Relaxado, e em Harmonia consigo mesmo e com Tudo O Que É.

Inspire a Luz Dourada em seu Chacra Cardíaco, e então abaixo, através do seu Corpo, primeiro no seu Chacra do Plexo Solar, então para o Chacra Esplênico e para o Chacra Básico. Então, visualize a luz descendo para a Terra, para o coração do Planeta. Lá a Luz se conecta com o Coração Cristal, no centro do Planeta, e então retorna até você, cheia do amor do Coração de Gaia. Então, permita que a Luz flua para cima, através do Chacra Laríngeo, do Chacra Frontal e do Chacra Coronário, e acima para o Coração da Galáxia, conectando-se com o amor da Grande Deusa que é a Rainha do céu, e então retornando até você como o radiante Amor Incondicional. Permita-se a se sentir amado, cuidado e protegido, e respire profundamente novamente.

Agora você está preparado para começar. Visualize a Terra como se você estivesse vendo o Planeta do Espaço, como um Maravilhoso Planeta da Estrela Azul, irradiando Luz. Veja como é bela a Nova Terra, os belos Oceanos Azuis, as Montanhas e os Vales, as Planícies e os Desertos, os Rios e os Lagos, os Animais, os Pássaros e os Insetos, e os Humanos que escolheram fazer da Terra o seu lar para esta existência. E enquanto você considera a Terra e tudo o que vive em seus sistemas de vida, o seu Coração fica cheio de Amor. Ela é muito Agradável e muito Bela. Ela é Perfeita. Sinta uma profunda Gratidão em seu Coração e envie este Amor e Gratidão à Terra.

Enquanto você descansa nesta energia, tenha um sentimento de União e de Unidade. Você sente a Luz Dourada da Consciência Crística o envolver, enquanto tudo se torna UM e se funde na Luz Brilhante e no Amor. E neste estado de Amor e de Êxtase, você se conscientiza de uma Vibração Criativa de Energia profundamente amorosa que é uma Luz Azul Elétrica. É a Consciência dos Cetáceos, a energia das Baleias e dos Golfinhos. Permita que esta Vibração de Luz Azul Brilhante entre em seu Corpo, em seu Coração, em seu Ser, enquanto você entra em Comunhão Sagrada com a Luz dos Cetáceos.

Os Antigos, os Anciões, os Guias Cósmicos – eles O recebem novamente e eles o abraçam com Amor Incondicional total. Juntos. vocês navegam nos Oceanos Cósmicos da Luz e Criação.

Sim, os Cetáceos são os Navegadores dos Oceanos Celestiais e eles lhe pedem que se junte a eles.

Agora, você vê uma espiral de Luz Diamante descendo do Coração do Cosmos para a Terra. As Baleias estão mantendo e dirigindo a energia e os Golfinhos estão nadando alegremente na energia e se dirigindo em direção à Terra. É a Luz Diamante da Renovação Cósmica. O Novo Sonho é Nascer. Os Cetáceos estão compartilhando da Criação do Sonho da Nova Terra. Eles o convidam para se juntar a eles na Criação do Sonho da Nova Terra.

E agora, a Luz Diamante gira abaixo através do seu Chacra Coronário e para o seu Coração. E do seu Coração para a Terra. Sonhando. Criando.

PAZ PARA A TERRA
PAZ PARA OS OCEANOS
PAZ PARA A TERRA
PAZ PARA OS OCEANOS
PAZ PARA A TERRA
PAZ PARA OS OCEANOS

Visualize os Oceanos íntegros, saudáveis e vibrantes. Visualize a Grade Magnética Oceânica em perfeita condição e sendo mantida no lugar pelas Canções Sônicas dos Cetáceos. Visualize os Humanos trabalhando com os Cetáceos em completa harmonia, para trazer a Paz, o Amor e a Luz Brilhante aos Oceanos. É uma Parceria Amorosa

PAZ PARA A TERRA
PAZ PARA OS OCEANOS
PAZ PARA A TERRA
PAZ PARA OS OCEANOS
PAZ PARA A TERRA
PAZ PARA OS OCEANOS

Visualize-se agora imerso no Oceano Azul Celeste. Você está nadando com as Baleias e os Golfinhos, respirando sob a água e sendo apoiado pelo Oceano. Agora, você mergulha mais, mais e mais, e chega a um maravilhoso Templo Oceânico no fundo do Oceano. Aqui você entra, e aprecia a beleza e a serenidade que encontra interiormente. Há a mais bela música tocando, e você se move em direção a um altar translúcido. Aqui você dá as suas ofertas de AMOR e de GRATIDÃO.

EU AMO TUDO O QUE HÁ E AGRADEÇO A TUDO O QUE HÁ
EU ESTOU CHEIO DE AMOR
EU ESTOU CHEIO DE GRATIDÃO
EU SOU
OBRIGADO! OBRIGADO! OBRIGADO!

PAZ E AMOR PARA A TERRA
PAZ E AMOR PARA OS OCEANOS
PAZ E AMOR PARA A TERRA
PAZ E AMOR PARA OS OCEANOS
PAZ E AMOR PARA A TERRA
PAZ E AMOR PARA OS OCEANOS

E ASSIM É!
ESTÁ FEITO!

Agora, permita-se a deixar o templo e retornar muito gentilmente à superfície do Oceano. Aqui você se despede das Baleias e dos Golfinhos que o acompanharam, e você se permite a retornar à Terra. Você está em uma bela praia e se sente vibrante e cheio de vida e de amor. Você sente o sol cálido em sua pele e uma suave brisa movimenta o seu cabelo. Você respira profundamente e está feliz de voltar à terra e de respirar o ar novamente.

Assim, respire profundamente, em seu coração. Sinta os intensos sentimentos do AMOR, da PAZ, da ALEGRIA e da GRATIDÃO. Deixe que estes sentimentos sejam Quem Você É hoje e a cada dia. Permita que estes sentimentos o unam a TODOS, pois TODOS é UM, e tudo existe na HARMONIA DO UM.

Assim, respira profundamente novamente e se permita a retornar plenamente ao seu corpo e à consciência. Abra os seus olhos, e respire profundamente novamente.

PAZ E AMOR PARA A TERRA
PAZ E AMOR PARA OS OCEANOS


Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Tempo de Travessia


Não sei se estou perto ou longe demais, sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente.

Levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição.

E mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou a mesma de ontem me faz perceber que valeu a pena. Aprendi que viver é ser livre, que ter amigos é necessário, que lutar é manter-se vivo.

Aprendi que o tempo cura, que a mágoa passa, que decepção não mata!

Que hoje é o reflexo de ontem, que os verdadeiros amigos permanecem para sempre e que a dor fortalece.

Aprendi que sonhar não é fantasiar, que a beleza não está no que vemos e sim no que sentimos!

Aprendi que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar a aparência.

Que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito.

Aprendi que não é preciso correr atrás da felicidade, ela está nas pequenas coisas, e hoje, sei que posso ser e fazer o que quiser, mas a gente é aquilo que faz, é o que vale a pena e só o que permanece...

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas...

Que já têm a forma do nosso corpo...

E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares...

É o tempo da travessia...

E se não ousarmos fazê-la...

Teremos ficado...

para sempre...

À margem de nós mesmos...

Texto de Fernando Teixeira de Andrade
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